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Educação é a base do desenvolvimento


Qualificar o sistema educacional brasileiro é um dos desafios que se apresentam aos gestores públicos no país. O baixo nível da educação no Brasil impacta negativamente em vários aspectos da vida social. Tal fato contribui para a proliferação da violência urbana, gera desrespeito às normas mínimas de civilidade e compromete a competitividade da produção nacional.

A educação está intrinsecamente ligada ao desenvolvimento econômico. Os países com os melhores indicadores de bem-estar social são os que registram os maiores níveis educacionais. Na Nova Zelândia, Estados Unidos e Alemanha, por exemplo, a média de escolaridade da população supera 12 anos. No Brasil esse indicador é ligeiramente superior a 7 anos, inferior ao observado em nações como Chile, Argentina, Jamaica e Peru, todos com mais de 9 anos de escolaridade.

Em termos qualitativos a situação brasileira também é ruim. O Programme for International Student Assessment (PISA) programa de avaliação coordenado pela OCDE mostra que em 2015 dos 70 países analisados o Brasil se posicionou em 63º em ciências (Cingapura, Japão e Estônia foram os 3 primeiros), 59º em leitura (Cingapura, Hong Kong e Canadá ficaram nas 3 primeiras posições) e 66º em matemática (Cingapura, Hong Kong e Macau foram os 3 primeiros).

Há muito a ser feito na esfera educacional do país, principalmente no âmbito público. Grande parte dos governantes brasileiros não aprendeu com o sucesso de países como, por exemplo, o Japão e a Coréia do Sul, que investiram pesado em educação e hoje colhem os bons frutos dessa iniciativa. No Brasil continuamos negligenciando seu papel como fator de transformação social.

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