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  • Marcos Cintra

PETROBRÁS

Não critico o Presidente Jair Bolsonaro por querer evitar uma greve de caminhoneiros.


FHC também fez, e com Temer o CEO da Petrobras Pedro Parente caiu pelo mesmo motivo quando a perda de valor da empresa foi de mais de R$ 100 bi.


Mas a forma agora foi casuística, improvisada e ineficaz.


O Presidente constrange seus auxiliares, acentua as incertezas e compromete a credibilidade de seu principal Ministro Paulo Guedes.


Desvaloriza uma empresa aberta, além de revelar que não há política pública para tratar desse importante preço na economia.