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  • Marcos Cintra

Pix e cartão de crédito

Pagamos tudo com Pix ou cartão de crédito.


Esses instrumentos cobram taxas dos vendedores que podem chegar a mais de 3% de cada movimentação financeira.


E ninguém reclama.


Por que não usar o mesmo instrumento para pagar imposto e a taxa fica para o governo em lugar dos impostos existentes?


Por exemplo, com o Drex que vem aí, e que vai englobar todos os pagamentos, uma nova tecnologia de tributação poderia surgir: moderna, universal, barata, insonegável e sem burocracia.


Parece novidade?


O Brasil já fez isso no passado, durante 12 anos em condições muito mais precárias. Funcionou bem, garantiu o sucesso do Plano Real, mas foi jogado no lixo por rusgas políticas.


Em 2007 Lula presidente queria prorrogar a CPMF, a Câmara dos Deputados aprovou, mas o Senado derrubou.


Uma inovação que nós brasileiros usamos pioneiramente, mas que abandonamos quando o FMI fez cara feia e a Fiesp disse que não queria pagar o pato!


Gente como Roberto Campos, Maria de Conceição Tavares , Ary Oswaldo Mattos Filho e outras renomadas personalidades eram a favor. Mas prevaleceu o tecnicismo medíocre de alguns economistas.


Movimentação financeira é um tributo moderno e eficiente. Roberto Campos defendia a proposta de acabar com impostos ruins como contribuições sobre a folha salarial e outros como a CSLL e substituir por um sobre pagamentos. Até quando a cegueira e o preconceito irão impedir o Brasil de ter um imposto eletrônico e digital? Insonegável e com alíquota de 1% em vez de CSLL de 9% e pis/cofins de 9,25% ?

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