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  • Marcos Cintra

Sem choro nem vela

O sequestro do orçamento público e a compra de votos no Congresso, que isto permite, ultrapassaram qualquer limite razoável.


Se as emendas parlamentares alcançarem quase R$ 50 bilhões, algumas de execução obrigatória, quase um quinto do orçamento discricionário do governo estará nas mãos de parlamentares.


Mas, dirão, não compete ao Parlamento definir o orçamento?


Sim, sim, mas à instituição Parlamento, e não individualmente a cada parlamentar.


A diferença é brutal.


No primeiro caso qualquer parlamentar propõe emendas e elas serão votadas pelo Plenário, e aceitas ou não coletiva e democraticamente.


No caso das famigeradas emendas parlamentares, as escolhas são individuais ou de grupos formados, são consideradas “direitos” dos deputados e senadores enfiarem no orçamento e no bolso da viúva o que bem entenderem.


Assim esse país não pode dar certo. Nunca dará sem uma reviravolta.


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